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Falcão e o elo quebrado

Em seu primeiro trabalho solo após o fim d’O Rappa, o longo “Viver (mais leve que o ar)”, Marcelo Falcão mantém o discurso que consagrou sua ex-banda como uma das mais importantes do rock nacional, mas ainda assim se desconecta das causas que o levaram a ser a voz do público ao longo de décadas, deixando claro que existe algo muito maior na música que aquilo que é dito e tocado.

Kassin – Relax

Se a música fosse um sistema solar, vários elementos teriam o mesmo nome na música brasileira: Alexandre Kassin. Talvez você não saiba exatamente quem ele é, mas certamente já ouviu algo feito por ele. É o que você precisa saber para gabaritar o excelente Relax.

 

Entrevista: Letrux

E em meio a essas cores e ritmos, sentimentos e beats, a Revista Som tem a honra de conversar com Letícia Novaes, a LETRUX, naquele que pode ser considerado o momento mais empolgante de sua carreira, com direito a protesto na ótima apresentação realizada no Lollapalooza e o vislumbre de uma longa estrada que ainda começa a ser percorrida!

 

 

Leia a Revista Som #01!

Funk Como Le Gusta – Os guardiões da Galáxia Funk!

Eles se vestem como verdadeiros super-heróis, dançam e cantam na mesma intensidade em que resgatam clássicos do funk nacional dispostos a criar seus próprios clássicos, que são muitos. Com uma formação atípica, de dez músicos, os paulistas do Funk Como Le Gusta são hoje um verdadeiro organismo vivo em formato de big band que soube como poucos se adaptar ao passar dos anos e se transformar em uma das maiores referências da classe artística contemporânea, se tornando uma verdadeira referência do funk nacional.

 

Katy Perry – 10 anos da eterna adolescente

Quando I Kissed a Girl, foi lançado, em abril de 2008, a música pop nunca mais foi a mesma. Em 2009 veio a consagração, quando Katy Perry foi premiada como a maior artista feminina do planeta. Repleta de cores e de discurso bem definido, a cantora americana atingiu o auge redefinindo a estética da música pop e atingindo em cheio toda uma geração!

 

Disco estranho: Tartit – Amankor The Exile

A concepção da indústria fonográfica americana é simples e bizarra. Embora amplo demais, tudo aquilo que vai além de seu território é simplesmente world music. Estranho de compreender, mas com um leque fabuloso para se aprender sobre música. Seja da bossa à música francesa, tudo é world music. E se isso mergulha pelos ritmos étnicos, mais ainda, tudo é simplesmente world music. E um desses nomes é o Tartit, que lançou recentemente o lindíssimo Tartit Amankor The Exile.

 

Entrevista: Papisa

O nome dela é Rita Oliva, mas pode chamar de PAPISA. Se você pensou na carta do tarô que tem como referência a Suma Sacerdotisa, é exatamente isso que precisa ter em mente para compreender o som de uma artista que já é conhecida na cena alternativa de São Paulo com uma criatividade que não tem fronteiras. É diante desse universo repleto de cores e música que a Revista Som conversou com Rita, a Papisa, em uma entrevista não menos que magnífica. Uma artista que tem a música muito além do seu coração, mas no ar que respira.

 

Dentro do Labirinto

Dentro do universo da música pesada existe uma realidade alheia a tudo o que acontece no chamado mainstream. Muito além das turnês de Iron Maiden ou Helloween, essa cena esconde movimentos que vem ascendendo em silêncio para a mídia, mas com muito, muito peso e criatividade, caso do post-metal. E é impossível pensar nisso sem enaltecer o trabalho do Labirinto.

 

Matéria principal: O Renascimento do Jazz Inglês

Formado em sua maioria por mulheres e imigrantes, o grupo SEED Ensemble, liderado pela saxofonista Cassie Kinoshi puxa a fila da mais empolgante safra de artistas do Reino Unido desde os anos 80, rejuvenescendo o gênero e apresentando uma vibrante fusão entre o lado mais sacro do jazz e elementos étnicos com muito, muito groove.

 

Entrevista: Karol Conka

Uma das maiores realidades da música brasileira, Karol Conka é mais que uma artista, mas porta-voz de um momento especial não só para ela, como também para todas as mulheres que vem se destacando na música brasileira. Com seu novo álbum, Ambulante, a colorida Karol é rap, é funk... é a mais pura expressão do pop!

A Revista Som se orgulha de apresentar uma incrível entrevista com Karol Conka, destaque dessa edição!

 

Diplo – Coadjuvante de Luxo

Com seu novo projeto, LSD, realizado ao lado do inglês Labrinth e descolada Sia, o norte-americano Diplo se tornou uma das principais referências da música pop ao estabelecer o fio que vai do underground ao mainstream sem a necessidade de ser o protagonista de seu trabalho.

 

Chemical Brothers – O dia que a música eletrônica ficou grande

Duas décadas na música eletrônica são o suficiente para sepultar praticamente toda uma geração de artistas, mas não o Chemical Brothers, que lançou em 1999 Surrender, seu terceiro álbum de estúdio. Ao atingir o ápice de uma história iniciada nos anos 80, a dupla formada por Tom Rowlands e Ed Simmons não só redefiniu o status da música eletrônica, mas traçou um retrato definitivo de toda uma geração.

 

Entrevista: Jennifer Batten

Foram dez anos como guitarrista de Michael Jackson e mais três ao lado de Jeff Beck, De cabelos esvoaçantes e ténica extremamente apurada, a guitarrista Jennifer Batten é, até hoje, uma referência nas seis cordas.

Ciente de que poucos artistas tiveram esse prazer e esbanjando simpatia, a guitarrista conversou com a Revista som sobre isso e muito mais de uma carreira que poderia ser considerada um conto de fadas repleto de boa música!

 

Tedeschi Trucks Band – Universo Particular

Em seu terceiro trabalho, a banda liderada por Derek Trucks e Susan Tedeschi rompe de vez com o passado de seu guitarrista, enterra o Southern Rock e mergulha de vez no soul, se consolidando como uma das principais bandas da atualidade.

 

Leitura: Se não eu, quem vai fazer você feliz – Minha história com Chorão

Não é uma biografia do Charlie Brown Jr, mas bem que poderia ser. Narrado por Graziela Gonçalves, esposa de Chorão, o livro conta como nasceu - e se encerrou - uma das páginas mais importantes do rock nacional das duas últimas décadas.

 

Motown Magic – A Hitsville invade a telinha

pelo lendário soulman Smokey Robinson, Motown Magic surge no Netflix como uma opção para crianças, mas com todos os olhos voltados para os pais.

Divertida e inocente, a animação infantil se destaca por proporcionar um caminho divertido e colorido de se conhecer toda a magia da lendária gravadora americana!