Nessa edição:

.

.

Um produtor à frente de seu tempo e de olhar profundo, não só pela sua música, mas pela arte em todas as suas manifestações.

Conhecido como The Wizard (O Feiticeiro), Jeff Mills, DJ e produtor norte-americano, é a essência de um artista revolucionário, que até hoje não cansa de surpreender o mundo e que é destaque nessa edição da Revista Som!

LEIA AGORA A EDIÇÃO 28 DA REVISTA SOM!

E ainda tem muito mais! Você encontra essa edição:

ADELE

Foram longos 6 anos até um novo lançamento de inéditas. Houve o desencanto com a indústria fonográfica, a dedicação à família e uma pandemia… e finalmente aconteceu. Para alegria de todo o mundo da música, Adele está de volta com seu quarto trabalho de estúdio, 30, um disco que precisávamos muito mais do que a própria artista.

Roberto Menescal – BOSSINHA LEGAL

Um dos pais da bossa-nova, Roberto Menescal pode se considerar um dos artistas mais afortunados da história. Criou faixas fundamentais do gênero que até hoje é visto como um dos mais refinados da música mundial, teve a oportunidade de dividir palco e estúdio com alguns dos maiores artistas do mundo e até hoje segue ativo, tão ativo que decidiu mostrar que bossa-nova não tem idade e, sim, pode encantar adultos e crianças. É o que mostra seu novo projeto, Bossinha legal, primeiro disco de sua carreira voltado para crianças.

Entrevista: AL DI MEOLA

Ser um grande guitarrista de rock é o sonho de muitos músicos. Outros desejam passar a vida tocando jazz e se tornar um ás do gênero, dado o grau técnico que precisam se dedicar. Mas e ser uma referência em tantos gêneros musicais diferentes ao mesmo tempo?

É assim que o mundo vê o guitarrista norte-americano Al Di Meola, nome que estampa mais uma grande entrevista dessa edição da Revista Som!

AMILTON GODOY – 80 anos

É impossível, mas se a música brasileira tivesse que ser resumida a um único livro, com certeza um capítulo dele seria dedicado à trajetória do lendário pianista Amilton Godoy, artista que celebrou nas últimas semanas seus 80 anos, sendo mais de meio século de sua vida dedicada inteiramente à música.

CURTIS HARDING – Alma e coração de gente grande

Quando Curtis Harding lançou seu primeiro álbum, Soul Power, lá em 2014, o gênero vinha vivendo um de seus melhores momentos na história e repleto de boas referências. Depois de um forte revival a partir do fim dos anos 90, falar de Amy Winehouse, Adele e tantos outros mostrava que novamente o estilo havia chego ao mainstream, especialmente na figura de grandes cantoras, ou divas, como cada um prefere chamar.

OXEAXEEXU e o manifesto de liberdade do BaianaSystem

Gravado durante a pandemia, OXEAXEEXU exala espiritualidade, esperança e uma musicalidade que derruba de vez as fronteiras da sua música na relação com o continente.

PROTOJE – Em busca do tempo perdido

Um dos nomes mais expressivos do reggae contemporâneo, o jamaicano Protoje tem uma obsessão. Não se trata de ser grande como Bob Marley, mas de tornar o reggae tão relevante como na época de seu ícone maior, invadindo o pop e os grandes festivais de forma que o gênero volte a ditar os passos de um discurso poderoso de aproximação. Para isso um caminho está traçado, começando pelo seu último álbum, In Search of Lost Time, lançado em plena pandemia e relançado em 2021.

Leitura: SERGE GAINSBOURG

Ele poderia ter sido um Bowie, um Dylan. Poderia ter sido Nick Sixx e até Barry Manilow, mas optou por ser ele mesmo, Serge Gainsbourg. Escrito por Sylvie Simmons e lançada no Brasil há 15 anos, a biografia de um dos maiores artistas franceses da história é uma viagem não só da música pop, mas por uma realidade paralela, quase surreal e que acaba mostrando o real peso do idioma na consagração de um artista.

WME – Mulheres na música

São mais de 80 horas de conteúdos digitais e dezenas de shows, painéis e workshops ao vivo, impactando um público de cerca de 10 milhões de pessoas em sua história e gerando, a cada ano, cerca de 300 empregos diretos e indiretos. Se você se impressionou, não perca tempo e conhece o trabalho realizado na Women’s Music Event (WME), plataforma criada com foco em música, negócios e tecnologia criada para aumentar o protagonismo da mulher na indústria da música.

BEMTI – Intimista e intenso

Superando a barreira do segundo álbum, Bemti canta em Logo Ali seus sentimentos mais íntimos em relação ao mundo, amplia seu horizonte musical e consegue se conectar profundamente aos sentimentos de seu público.

TOM MORELLO – Não se pode salvar o mundo todo dia

Porta-voz daquela que pode ser considerada a banda mais política do rock contemporâneo, Tom Morello se tornou uma espécie de bastião do caráter transgressor que o gênero pregou ao longo de sua história e que parece estar cada vez mais adormecido nos últimos anos. Não é exatamente o que acontece em The Atlas Underground Fire, seu segundo disco solo, um registro que exalta especialmente seu poder de persuasão em tempos atuais.

MICHAEL JACKSON na encruzilhada

Um dos maiores videoclipes da história, Black or White completou em 2021 nada menos três décadas de história. Uma mega produção que até hoje carrega marcas históricas para a indústria do entretenimento e que se transformou em um checkpoint definitivo para a biografia do Rei do Pop

Entrevista – ASSUCENA

Dona de uma belíssima história ao lado do grupo As Baías e a Cozinha Mineira, Assucena inicia nesse 2022 sua carreira solo pronta para escrever mais um grande capítulo junto à música que tanto aprendeu a amar.

Para isso, se envereda pelos muitos fios deram forma à música popular brasileira. E se reconstrói artisticamente, agora, segura para decidir o próprio destino.

ROBERT PLANT / ALISON KRAUSS e a celebração da música americana

Repetindo uma das parcerias de maior sucesso de sua carreira, Robert Plant reencontra a diva do bluegrass Alison Krauss e celebra a música americana em um nível ainda mais profundo que seu primeiro projeto, mais de uma década atrás, em Raising Sand, e guarda de vez no armário seu passado com o Led Zeppelin depois de um ano de especulações.

JORGE DU PEIXE – Baião Granfino

Gravar um disco com a obra de grandes nomes da música brasileira não é fácil. Em um país onde a riqueza musical pode ser tanto uma inspiração como um fardo, realizar esse tipo de trabalho traz duas estradas opostas. Ou se cai na vala comum, repleta de clichês e que pouco acresce a ambos os lados, ou podemos ganhar um novo olhar sobre a obra de um artista, que vai além daquela achávamos ter consolidado em nossas mentes. E a segunda opção é o que nos revela o ótimo Baião Granfino, do vocalista da Nação Zumbi, Jorge Du Peixe, que revisita a obra de Luiz Gonzaga em seu primeiro disco solo.