Nessa edição:

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Lendário, inovador e… maldito? Só se for pela coragem e criatividade que desafiaram a história e que resultou em uma carreira digna dos verdadeiros gigantes da música brasileira.

São inúmeros os adjetivos que permeiam a carreira do multimídia Jards Macalé, que estampa a capa dessa edição da Revista Som.

Uma entrevista sobre o presente, sobre o passado e, principalmente, sobre o futuro!

LEIA AGORA A EDIÇÃO 27 DA REVISTA SOM!

E ainda tem muito mais! Você encontra essa edição:

Amaro Freitas

Em uma obra primorosa e que rompe com as paredes do jazz, o pianista Amaro Freitas se inspira em um provérbio tradicional entre os povos de língua Akan da África Ocidental para fazer de Sankofa outra pérola da música brasileira, reforçando sua condição de um dos artistas mais criativos da atualidade.

Stewart Copeland e Ricky Kej – Divine Tides

O lendário baterista do The Police sendo mais uma vez genial e coadjuvante em um mergulho profundo por águas deconhecidas.

Shemekia Copeland e um canto por união

Uncivil War é o novo álbum da cantora americana, mais próxima do rock que do blues, que soa como os últimos trabalhos gravados por gente do calibre de Etta James, com notório objetivo de para rejuvenescer o gênero.

Entrevista: Snarky Puppy

Provavelmente um dos maiores fenômenos do jazz contemporâneo, o Snarky Puppy é a síntese de como o jazz pode ser muito mais do que divertido, mas também inspirador.

Liderado pelo baixista Michael League, o Snarky Puppy é jazz, mas também é rock, world music e funk. Reconhecido por crítica e público, sabe que vencer um Grammy tem o mesmo valor que servir como inspiração pra um jovem passar a ouvir jazz ou tocar um instrumento.

Conversamos com Michael League às vésperas da pandemia eclodir no planeta, por isso, mais que um registro histórico, entender o que se passa na mente de um músico tão inovador é buscar inspiração para o futuro. Um futuro que é agora.

Marcos Valle e o sol entre nuvens

Ícone da geração de ouro da bossa-nova, Marcos Valle lançou no último ano Cinzento, disco que aposta no otimismo e parcerias com nomes como Emicida e Kassin, deixando de lado a nostalgia sem abandonar seu DNA em um trabalho atual que segue fazendo de seu legado um dos mais impressionantes da música brasileira.

Edgar Scandurra – Gravações de celular

Guitarrista do Ira! e um dos músicos mais aclamados do país, Edgar Scandurra sempre pautou sua carreira solo por um clima intimista que nem sempre precisou refletir sua sonoridade. Foi assim no clássico Amigos Invisíveis, um disco que parecia expor seu âmago a cada faixa, tão diferentes entre si.

Em seu novo álbum, onze canções intimistas compostas e registradas pelo celular durante a pandemia da COVID-19.

Mopho – Lamento psicodélico

Movimentos musicais vêm e vão. O rock muda do dia para a noite, bandas deixam de existir e outras brotam dos lugares mais improváveis. E outras estão sempre lá, discretas, como se não ligassem para esse mar revolto que conduz as novas tendências – e não só do rock como um todo. É o caso da Mopho, que em comemoração aos seus 25 anos de história lança o EP “Que Fim Levou Meu Sorriso”.

Universo Moby

Dizer que um artista atingiu sua maturidade musical quase três décadas depois de seu primeiro single talvez não seja a forma mais justa de elogiá-lo. E falar isso de alguém como o produtor americano Moby é ainda mais surreal, afinal, o que é o amadurecimento para alguém que lançou há duas décadas um disco como Play, um colosso da música pop e semente de uma gama incontável de discos influenciados por seu trabalho?

São quatro projetos nos últimos dois anos, o prinicpal deles o álbum All Visible Objects, lançado em 2020, que é de alguma forma a síntese de todos os seus ideais musicais e de vida.

Badi Assad – Around the World

Quando Badi Assad lançou seu primeiro livro, Volta Ao Mundo Em 80 Artistas (Pólen Livros, 2018), a proposta era ousada. Através de etnias e ritmos, conduzir o leitor ao redor de um planeta tão diferente entre si e rico musicalmente sem o auxílio imediato do áudio, tudo isso sem perder o foco de suas paixões, como uma aventureira clamando por companhia. Deu certo. E essa experiência ganhou outra mídia através de uma seleção pontual de artistas no interessante Around the World.

A genialidade e a dor de Ryuichi Sakamoto

Um dos artistas mais importantes das últimas décadas, o multifacetário Ryuichi Sakamoto vive hoje a dor e o orgulho de uma vida dedicada às artes. Enfrentando pela segunda vez a batalha contra um câncer agressivo, celebra durante seu tratamento – que ocorre desde o início de 2021 – mais um lançamento, a trilha de Minamata, filme protagonizado por Johnny Depp e que contou com a parceria da mezzo-soprano galesa Katherine Jenkins para a canção principal do longa.

Mas o que faz de Ryuichi Sakamoto um dos artistas mais importantes da cultura pop do século XXI? É isso que a Revista Som vai explicar nas próximas páginas em uma viagem que passa por ativismo, pioneirismo e, principalmente, amor à música.

Rufus du Sol – Além do horizonte

Aclamado nos últimos anos, grupo australiano inova ao lançar um trabalho ao vivo gravado de forma solitária em um dos mais impressionantes cenários do planeta, o Parque Nacional Joshua Tree, na California, levando a atmosfera de sua música para um lugar muito além do que se ouve.

Leitura: Tom Zé – O último tropicalista

Em qualquer roda de amigos, quando citada, a Tropicália evoca nomes que revolucionaram a música brasileira. Alguns falam Gil, outros Caetano. Há aqueles que exaltam Os Mutantes e Gal Costa, mas poucos exaltam em um primeiro momento a ousadia e coragem de Tom Zé.

Dono de uma história que beira o surrealismo, Tom Zé não é só um tropicalista, mas um fenômeno criativo que nós, brasileiros, parecemos custar a entender. E a porta de entrada para isso pode ser justamente o lançamento em português da biografia Tom Zé – O Último Tropicalista, pelo Selo SESC.

Entrevista: Jards Macalé

Lendário, inovador e… maldito? Só se for pela coragem e criatividade que desafiaram a história e que resultou em uma carreira digna dos verdadeiros gigantes da música brasileira.

São inúmeros os adjetivos que permeiam a carreira do multimídia Jards Macalé, que estampa a capa dessa edição da Revista Som.

Uma entrevista sobre o presente, sobre o passado e, principalmente, sobre o futuro!

Armik – O velho novo nome da música flamenca

Desconhecido do grande público, mas com 3 décadas de carreira, o músico americano-iraniano-armênio Armik segue na busca para além da bolha do gênero que o consagrou como o grande nome do Novo Flamenco.

Leitura: Ao vivo no Village Vanguard

Ao Vivo no Village Vanguard, lançado em 2006 pela sempre refinada Cosac Naify, a autobiografia de Max se confunde com a casa onde fez história já nos anos 30.

Ocean Bridges – Archei Shepp, Damu the Fudgemunk e Wax Poetic

De um lado um dos mais criativos nomes da cena pop contemporânea, Earl Davis, conhecido no mundo da música como Damu the Fudgemunk, uma das partes do fenômeno multi-cultural Gorillaz (aquele mesmo de Damon Albarn, do Blur), do outro, um dos mais intrigantes nomes do trip-hop americano, o grupo Wax Poetic, oriundo do berço do movimento, ainda nos anos 90. Some a isso a figura de uma das mais lendárias figuras do jazz, o saxofonista Archie Sheep em seus plenos 83 anos. É diante disso que estamos com Ocean Bridges, seguramente um dos mais intrigantes lançamentos dos últimos anos.

Luciana Souza – Storytellers

Em um país que desconhece sua obra, nada mais normal que inúmeros artistas gozarem de um prestígio descomunal no exterior e por aqui serem meros desconhecidos. Isso não é de hoje, mas ainda soa constrangedor a qualquer fã de música brasileira e que vive por essas bandas.
Com Luciana Souza não é diferente. Seu último álbum, Storytellers, é um recorte de um Brasil que hoje não se reconhece, mas que reina no imaginário de quem o ama e quem ama não esquece.

Entrevista: Nito Mestre (Sui Generis)

Uma lenda. Um músico completo e antenado. São diversos os adjetivos, mas o fato é que Nito Mestre fez história como principal vocalista da banda Sui Generis, banda que também se tornou emblemática por ter em seu line up outro gigante, o também lendário Charly Garcia.

Com o fim do Sui Generis, Nito embarcou em uma carreira-solo solo onde segue explorando o folk que lhe consagrou, além, claro, da própria obra de sua ex-banda. Sempre trabalhando com novos músicos, segue na ativa e encantando por onde passa.

A Revista Som teve a oportunidade de registrar um papo com Nito, que fala sobre política, tecnologia e, claro, Sui Generis.

Buraka Som Sistema – Não espere nada do centro,
se a periferia está morta

Se você leu o título dessa matéria e se lembrou da faixa “Destruindo a Camada de Ozônio”, do grupo pernambucano Mundo Livre S/A, certamente encontrará sentido ao ouvir o novo álbum do Buraka Som Sistema, Buraka 4 Ever.